A tranquilidade e o gosto da pesca é indiscutível no espaço do Recanto do Peixe, nossas lagoas possuem Tilápia, Pacu, Traira e Pintado. Veja abaixo a especificação de cada peixe e venha desfrutar de uma pescaria tranquila.

  • Curimba

    O curimbatá, também chamado papa-terra, curibatá, curimatá, curimatã, curimataú, curimba, curumbatá, crumatá, grumatá e grumatã, é um peixe teleósteo caraciforme da família dos caracídeos, da subfamília dos proquilodontídeos, especialmente do gênero Prochilodus.

    Vive em todo o território brasileiro.

    Fonte: Wikipédia

  • Dourado

    O dourado (Salminus brasiliensis; antigamente Salminus maxillosus)[1] é um peixe dos rios do Brasil e outros países da América do Sul. Ocorre na Bacia do Prata, na bacia do Rio Magdalena e nos rios do Peru da bacia do rio Amazonas.

    O dourado é um peixe dos rios do Brasil; é sinônimo de Salminus maxillosus, e é também chamado popularmente dourado, piraju, pirajuba e saijé. Muito apreciado pelos pescadores esportivos, é lendário por sua bravura e resistência uma vez fisgado. Se o salmão é frequentemente citado como o alvo mais cobiçado da pescaria esportiva no hemisfério norte, na América do Sul impera o dourado. Aliás, o dourado, como indica seu nome científico (salminus = pequeno salmão), ocupa o mesmo nicho ecológico de trutas e salmões mesmo sendo de outra ordem (Characiformes), a qual fazem parte a piranha, o lambari, o tambaqui, o pacu, a traíra e o néon. O dourado, também chamado de pirajú e tigre de rio (por causa das listras na lateral do corpo) é um dos mais conhecidos predadores do rio Paraná. Ele está presente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste do Brasil, principalmente nos rios Paraná, Prata, Paraguai e seus afluentes. Atinge grande porte, podendo alcançar 130cm de comprimento e pesar 25kg. É um peixe muito difícil de se manter no anzol, pois sua boca é muito dura, dificultando a penetração do anzol. Quando fisgado, salta para fora da água na expectativa de se livrar do anzol. Apresenta uma linda coloração amarelo ouro, com listras pretas nas laterais, as barbatanas emitem um efeito alaranjado, possui também um risco preto no meio da cauda. Tem dentes muito afiados e perigosos, são muito agressivos com outros peixes, principalmente quando estão se alimentando. Houve diversos relatos de ataques de dourado a seres humanos, inclusive um em que um garoto teve os genitais mutilados por esse peixe.

    Fonte: Wikipédia

  • Matrinxã

    Este gênero é formado por peixes onívoros que se alimentam de folhas, frutas e sementes, assim como de insetos e pequenos peixes. Fazem parte, do gênero, a piraputanga (Brycon hilarii = Brycon microleps), a pirapitinga (Brycon opalinus) e o matrinxã ou jatuarana (Brycon amazonicus = Brycon cephalus).

    A piraputanga ocorre na bacia do Rio Paraguai; a pirapitinga, em rios da Mata Atlântica; e o matrinxã na bacia Amazônica. A piracanjuba (Triurobrycon lundii), que ocorre nos rios Grande e Paraná, também é incluída no gênero como Brycon orbignyanus. A piabanha (Brycon insignis) ocorre no Rio Paraíba do Sul.

    Fonte: Wikipédia

  • Pacu

    Pacu é o nome geral dado a várias espécies de peixes caracídeos da subfamília Serrasalminae, que também inclui as piranhas. São típicos do pantanal sul-matogrossense, dos rios amazônicos e bacia do Prata, e originários dos rios Paraná, Paraguai e Uruguai. Alimenta-se de frutos, caranguejos e de detritos orgânicos encontrados na água. Atinge 25 kg de peso, comum até 8 kg. São praticadas duas formas diferentes de pesca: na vara de bambu, fisgada com frutos (tucum, laranjinha ou genipapo) ou pesca apoitada com isca de caranguejo.

    Pacu-caranha: originário, principalmente, dos rios Paraguai e Paraná, desde Entre Rios (província Argentina) até a represa de Itaipu: Piaractus mesopotamicus = Colossoma mitrei. Tambacu ou paqui: Híbrido entre Colossoma macropomus e Colossoma mitrei. Tanto o tambaqui, quanto o pacu-caranha e seus híbridos foram introduzido, em diversos rios, como a parte da bacia do rio Paraná no Estado de São Paulo onde só existiam espécies menores de pacu, como o pacu-peba. No Brasil, essas espécies povoam a maioria dos lagos de pesque-pague e pesca esportiva, devido à sua grande resistência e por serem bem competitivos.

    Fonte: Wikipédia

  • Pintado

    O surubim-pintado (Pseudoplatystoma corruscans), também conhecido como pintado, surubim-caparari, brutelo, caparari, piracajara1 e moleque, é um peixe da ordem dos Siluriformes, ocorrendo exclusivamente na América do Sul.

    É uma espécie fluvial de couro com hábitos noturnos. Apresenta cabeça achatada e volumosa tomando boa parte do corpo. A coloração é cinza-parda, ventre esbranquiçado e pequenas manchas pretas arredondadas, inclusive nas nadadeiras. Frequentador do fundo dos rios, tem longos barbilhões e sua carne é de excelente qualidade. É um dos maiores peixes do Brasil, normalmente atinge 1m de comprimento, pesando entre 60 kg e 80 kg. Mas há registros de exemplares com mais de 2m pesando 100 kg.

    Vive em entradas de corixos, poços profundos e leito dos rios. As bacias com maior ocorrência são a do rio São Francisco, Amazônica, Prata e em grande abundância no Rio Paraná .

    Fonte: Wikipédia

  • Pirarara

    A Pirarara é um peixe que pode ser encontrado na bacia do rio Araguaia, Tocatins e Amazonas.

    É um peixe de couro, que pode chegar aos 80 kg e 1,5m de comprimento. Sua coloração é cinza escuro nas costas e branca na parte de baixo, assim como um tubarão.

    Fonte: Wikipédia

  • Tilápia

    Tilápia, conhecida em Angola por Cacusso1 e no Brasil como Saint Peter2 , é o nome comum dado a várias espécies de peixes ciclídeos de água doce pertencentes à sub-família Pseudocrenilabrinae e em particular ao gênero Tilapia. Eles são nativos da África, mas foram introduzidas em muitos lugares nas águas abertas da América do Sul e sul da América do Norte e são agora comuns na Flórida, Texas e partes do sudoeste dos Estados Unidos, sul e sudeste do Brasil. No sudeste esta espécie é um dos principais peixes da pesca artesanal, principalmente no Rio Grande, Estado de Minas Gerais.
    Tilápias são fáceis de manter em aquário, já que elas conseguem espaço suficiente neles. Elas se reproduzem facilmente e crescem rápido, mas são perigosas para qualquer outro peixe pequeno. A maioria das espécies são reprodutores de superfície mas alguns protegem sua cria em sua boca.

    Fonte: Wikipédia

  • Traira

    A traíra (Hoplias sp.) ou lobó é um peixe carnívoro de água doce da família Erythrinidae. A traíra pertence a um grupo de peixes desprovidos de nadadeira adiposa. É um dos peixes mais populares do Brasil, presente em quase todos os açudes, lagos, lagoas e rios. Nas regiões que oferecem boa alimentação, é comum que atinjam 69 centímetros de comprimento, e alguns exemplares excedem 2 quilogramas de peso. Sua pesca é feita de anzol, com isca de peixe ou carne; as traíras de mais de 1,3 quilograma só costumam atacar iscas em movimento, como as artificiais. Deve-se ter cuidado ao manipulá-la, pois costumam dar mordidas muito dolorosas e que sangram abundantemente.

    Fonte: Wikipédia

  • Tucunaré

    Tucunaré, do Tupi "tucun" e "aré" amigo, ou seja, "semelhante ao tucum", Cichla spp., é uma espécie de peixe presente nos rios da América do Sul, em especial do Brasil, também conhecida como tucunaré-açu, tucunaré-paca, tucunaré-pinima, tucunaré-pitanga, tucunaré-vermelho ou tucunaré-pretinho.

    Fonte: Wikipédia